terça-feira, 1 de novembro de 2011
Uma volta e meia
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Capítulo I
Nada, absolutamente nada me motiva a escrever. Isso faz algum sentido? Coloquei, erroneamente, em minha cabeça de que tudo na vida tem um motivo, um sentido. Afinal, o que seríamos nós sem uma explicação racional das coisas?
Porém, apesar de não encontrarmos imediatamente o sentido da vida, um dia, aparece para você, como uma epifania. Epifanias custam caro, mas são necessárias. E é bom, de algum jeito, perceber que tudo aquilo à sua volta é mentira. Tá, pode não ser exatamente mentira, mas é falso. E não, não é a mesma coisa. A única coisa verdadeira em você é você mesmo. E tudo o que você fez, faz ou fará, verdadeiramente.
Fico me perguntando, constantemente, porque quando somos adolescentes, nada vale. Nada é tão verdadeiro que não possa passar, nada é tão real que não possa ser quebrado, como um encanto, ou algo assim. Pra mim, ser adolescente é a parte mais real da vida, em que você faz suas escolhas, por mais que possa mudá-las no futuro. Nada te impede. Nada e nem ninguém, nunca. Sempre foi, e sempre será você contra você mesmo. Todas as suas escolhas na vida dependem de você (sem querer ressuscitar o antropocentrismo).
A vida de qualquer pessoa poderia dar um livro. Por que não? Aposto que todo mundo tem histórias que seriam interessantes a alguém em alguma parte do mundo. É só querer; e fazer. Mas as pessoas têm vergonha de suas próprias histórias. Não percebem que, na verdade, seu próprio passado construiu o presente, seja ele bom ou não. Na vida, tudo tem metade das chances de dar certo. É assim pra todo mundo.
E aí vem a grande questão de nossas vidas: o que eu faço aqui? Qual é a minha real missão nisso tudo? Acho que eu posso responder: nenhuma. É tudo mentira; você não tem missão alguma na vida. Porém, não é por acaso que você está aqui. Então, por que ficar se preocupando com o que, no final de tudo, não vai importar nem a você mesmo?
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Este ano vai ser diferente!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Brincadeiras à parte, o que eu quero dizer é que nada é dispensável nessa vida, porque tudo é muito rápido. Quando você vê já nasceu, depois aprende sua primeira palavra e quando vai ver, sua filha mais nova está grávida de gêmeos. E o ciclo recomeça.
Por isso é importantíssimo aproveitar cada momento, mesmo, e não, não é simplesmente uma frase clichê. Os momentos da vida, todos eles, sem exceção, são únicos e você só vai viver uma vez. Você pode até viajar pra Corumbá de novo, sair com as mesmas pessoas, ficar na casa do mesmo amigo, no mesmo quarto e até com a mesma escova de dentes. Mas nada vai ser igual a nada.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Leveza do ser
Hoje a cena foi diferente. Num horário mais cedo, vi o céu ser inundado por nuvens que realmente me lembraram minha infância, quando todos os meus amigos insistiam que as nuvens eram de algodão doce. Algodões doces rosados, dando a impressão que estavam sobre a minha cabeça, pairando levemente. Não sei porquê tantas pessoas preferem morar ao lado de McDonalds ou shoppings centers a ver uma cena dessas. É uma verdadeira benção de Deus isso.
Só o que eu digo é que temos tanto a extrair da natureza e não necessariamente extrair algo material, mas cenas assim que tornam o nosso cotidiano, a fumaça dos carros, as notícias ruins, tudo, tudo, muito mais leve.
Camila Bahiense
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
New York today, tomorrow the world
Viajo hoje à noite e eu ACHO que volto na segunda-feira (é muita saudade daqui, pretendo ir à praia e mamãe tem que trabalhar). Lá não tem praia, é Região dos Lagos, portanto só tem lagos... boa pegada.
Hoje, atendendo a um pedido mais que especial, feito há muito muito tempo... Vou comentar, breves palavras que fique claro, sobre uma banda que eu conheci por intermédio de um amigo muuuuuuito querido meu, o Mauricio Calmon (quem quiser adicionar ele no orkut, ele está solteiro hihi)
O Mau é baterista dessa banda chamada Sobrado 112. Recentemente, eles lançaram o segundo disco com o selo "Oi Música". O nome do CD é "Isso nunca me aconteceu hoje" hihi, bem maluco.
Meu componente preferido da banda é o Pedro Dantas, o baixista sabe... Ele é muuuuito lindo hihi (só pro Mauricio ficar com ciúmes, porque sabe, ele me ama e odeia quando eu falo do Pedro...)
Mentira, claro que o meu preferido é o Mauricio, mas ninguém sabe disso, nem ele. Mas voltando à banda, tem um som muito maneiro, bem diversificado, uma banda que não dá pra definir o som direito. Eu indico músicas como "Muito menos você"; "Eu não quero ter razão"; "Café" e "Duas de cinco". São as minhas preferidas do CD.
Os caras têm um blog, que tá ali do lado, nos meus links recomendados. Quem quiser saber mais, é só dar uma passada lá. Beeeijos e até a volta da viagem, anjinhos.
